Beto Bruel ilumina cena teatral desde os anos 70 Iluminador possui perfil obsessivo que agrada a muitos diretores do país Veterano autodidata já trabalhou no cinema, iluminou shows de MPB e diz que tenta "entrar no cérebro do diretor" Se teve alguém que marcou presença nesta edição do Festival de Curitiba -encerrada no último dia 10- foi o iluminador Beto Bruel. Era comum vê-lo em plateias, pelas ruas da cidade acompanhando o fluxo de espectadores com seu jeito bonachão. Ou, ainda mais frequente, no "backstage" de algum espetáculo. Isso porque cinco montagens tinham iluminação assinada por ele, entre elas "Murro em Ponta de Faca", dirigida por Paulo José, e "Trilhas Sonoras de Amor Perdidas", de Felipe Hirsch, impulsionada pela meia-luz do aconchego de um lar. Veterano autodidata que iniciou sua carreira nos anos 70 com um grupo amador de Curitiba, Bruel tem um perfil obsessivo que os diretores adoram. Obsessivo no bom...